Balões, folhetos e teatro fazem parte da atuação da entidade.
Procura demonstrar que o amianto é cancerígeno e que só não
foi banido no Brasil, devido a interesses econômicos.
Objetivo é fazer como em outros países: banir o amianto da
indústria brasileira. ABREA quer promover a recuperação
ambiental das áreas degradadas pela indústria do amianto e a
indenização das vítimas. Vai também ensinar como desmontar
habitações e outros segmentos que utilizam o "pó químico".
Quem está à frente da campanha é Fernanda Giannasi, engenheira
civil, auditora-fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego e
fundadora da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto e
da Rede Virtual-Cidadã pelo Banimento do Amianto na América
Latina. Quem quiser participar dessa luta, pode fazer contato
pelo e-mail:
fer.giannasi@terra.com.br
Em respeito ao direito ao lazer do cidadão a campanha procurou
abordar a questão da gravidade da manutenção do amianto no
Brasil à saúde pública. Por isso distribuiu folder explicativo
sobre a lei, a proibição de novas construções com amianto na
cidade de São Paulo (lei 13113) e explicações de como realizar
a manutenção dos produtos já existentes e demolição ou
retirada do material.
Foram distribuídos qualificadamente mais de 2000 folhetos e
3.000 bexigas e incluo algumas fotos para seu conhecimento.
Fernanda Giannasi condena os "anos de inércia e inoperância de
nossos representantes legais. Têm feito ouvidos de mercador e
cedido ao forte lobby empresarial aos defensores do amianto(amiantófilos).
Por isso a direção da ABREA realiza uma ampla e irrestrita
aliança com todos que defendem a proibição do amianto ou
asbesto, para se incorporarem à campanha", já que não é
possível o "uso seguro ou controlado da fibra assassina".
Associasção já tem o apoio da Associação Brasileira dos
Advogados Trabalhistas (ABRAT) que vem denunciando vários
problemas de saúde que afetam os trabalhadores do País. Luiz
Salvador é o presidente da ABRAT.